Sometimes all we want is a taste. Other times there's no such thing as enough, the glass is bottomless... all we want is more.
October 25th, 2008
October 22nd, 2008
"Muitos pioneiros da terapia familiar eram psicanalistas desiludidos, frustrados pelos limites da ortodoxia psicanalítica e por seu enfoque no indivíduo fora do contexto, sua ênfase exagerada nos fatores intrapsíquicos e históricos, suas suposições pessimistas e patológicas sobre as pessoas, sua teorização secreta, sua impraticabilidade pra a maioria dos norte-americanos e para muitas síndromes, e seu dogmatismo rígido."
Chupa essa Freud.
Chupa essa Freud.
September 17th, 2008
Hoje eu vi a Tutu no centro. Foi a experiência mais inexplicável da minha vida. A gente andou atrás dela que nem sombra, mas ninguém conseguia chamar o nome dela, com medo de morrer engasgado. Até que a Sabata conseguiu vencer o medo de todos nós e pronunciou a palavras maldita: LARISSA. Ela estava de tênis e sem maquiagem e tratou a gente como lixo. Acho que ela nao sente saudade da gente. Aí ela tocou minha barriga (?), o cabeloda Sábata e foi embora. Acho que vou ter câncer de estômago.
September 15th, 2008
"Can I have a beard in the book version?"
(Mr. Big to Carrie)
September 9th, 2008
Hoje eu fui cortar o cabelo. Tirar as pontas, sabe? Aquela coisa ressecada e espigada, feia. O cabelereiro IDIOTA errou NA FRENTE o tamanho. E foi cortando até acertar. Que legal! Agora meu cabelo tá HORRIVEL. E meu namorado nem pra me dar suporte e dizer wque tudo bem, que o cabelo cresce e que essas coisas aocntecem. OU ficar bolado com o cabelereiro e xingá-lo junto comigo. Cara. Dar suporte é tão dificl assim? Serio! Ele conseguiu me deixar MAIS triste do que eu já tava. MAIS!!!!!! Eu to muito, muito, muito triste. Muito decepcionada.
August 19th, 2008
drunk talk addicted!
August 18th, 2008
Toooodo esse mistério que carregamos no coração, nas víceras, na cabeça. Amor, razão e sexo. Distintos, misturados, simbióticos. Nessários mais do que percebemos, menos do que desejamos, mas presentes. E o que fazer com a dúvida? Pra ela há lugar?
August 14th, 2008
É impressionante como algumas pessas marcam as nossas vidas. Hoje no ônibus, voltando pra casa, me peguei pensando o quão legalseria encontrar um menino que estudou comigo na 5ª série e poder falar desses 10 anos que a gente não se viu. Saber o que ele fez da vida e lembrar das coisas que a gente fazia quando tinha 10 anos. Eu já me peguei várias vezes procurando ele no Orkut e olha que a gente só estudou juto na 5ª série, pq ele saiu do colégio. Não existe motivo lógico ou racional pra isso e eu realmente não sei explicar. Mas definitivamente o Philippe vai ser alguém que eu nunca vou esquecer e eu espero que algum dia a gente se esbarre em alguma esquina por aí e possa conversar de novo.
August 13th, 2008
Eu andava cabisbaixa, pelos cantos, sem vontade de cantar uma bela canção. Cheguei até de fato a desacreditar que havia feito a melhor escolha. Mas eis que a vida, ah essa viada, piadista! me pregou uma peça. Hoje chegaram mais três meninas novas pra treinar =) Com elas passamos a ter o incrível número de TREZE meninas. Parece pouco ( e é) Mas pra um time que tem quatro meses de vida isso é muito. Obviamente que para isso ser realmente verdade, esse número de meninas, é preciso que algumas das "antigas" voltem a treinar. Algumas sumiram por contusão, outras por problemas de saúde, outras por problemas pessoais. Mas espero que realmente tenham sido coisas passageiras e que elas voltem. Assim como espero que essas três meninas novas que apareceram hoje tenham gostado do esporte, que voltem e que tragam amiguinhas felizes pra jogar com a gente. Hoje foi um dia feliz. Eu até consegui passar bem. É. Hoje foi um dia feliz. Quero mais dias felizes.
=D
=D
August 9th, 2008
Ergueu no patamar
Quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo
Num desenho mágico
Seus olhos embotados
De cimento e lágrima
Quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo
Num desenho mágico
Seus olhos embotados
De cimento e lágrima
É gratificante demais você ver surgir conhecimento do zero. Estudar e, em grupo, contruir algo. Produzir conhecimento. Quinta feira, na Insight, a gente se juntou pra estudar pro projeto no qual estamos trabalhando. Ele consiste em mapear as competencias necessárias pra se trabalhar em uma empresa de tecnologia submarina, depois selecionar novos funcionarios e depois avaliar o desempenho deles. Só que NINGUÉM da equipe sabia qualquer coisa sobre mapeamento de competencias. E foi lindo ver que a partir do estudo de todos os membros, nós unimos nossos conhecimentos e começamos a, juntos, estender como se faz isso.
É isso que me motiva a trabalhar sem remuneração, perder meu sono, me estressar. A oportunidade de aprender "sozinha" e trazer esse conhecimento pra prática. De ser uma "agente de mudança" tanto interno (Insight), quanto externo (na empresa na qual vamos aplicar nosso novo conhecimento). Sei que muita gente não entende e não faz muita questão de entender. Mas o que me impulsiona é estar rodeada de pessoas que pensam, sentem e querem o mesmo que eu.
É isso que me motiva a trabalhar sem remuneração, perder meu sono, me estressar. A oportunidade de aprender "sozinha" e trazer esse conhecimento pra prática. De ser uma "agente de mudança" tanto interno (Insight), quanto externo (na empresa na qual vamos aplicar nosso novo conhecimento). Sei que muita gente não entende e não faz muita questão de entender. Mas o que me impulsiona é estar rodeada de pessoas que pensam, sentem e querem o mesmo que eu.
August 7th, 2008
Como eu amo ir pra faculdade "à toa". ¬¬
August 5th, 2008
Nada como voltar a acordar Às 6 da manhã todos os dias pra começar o semestre com o pé esquerdo.
Amo muito.
Obrigada, marketing.
Amo muito.
Obrigada, marketing.
July 20th, 2008
Me surpreendo com a facilidade com a qual chamamos as pessoas de amigos. Amigos são aqueles com quem tomamos um chop, batemos uma blinha, encontramos na faculdade, falamos no msn. Amigos são todos ao nosso redor. "Ah, é um amigo meu de Santa Cararina". Mas será que são amigos mesmo?
Eu sei que tenho amigos poucos. Tão poucos que posso contar em uma mão. Alguns pensam que o são, mas são apenas queridos. Outros nem imaginam a importância que têm pra mim. Mas o que interessa aqui, hoje, no dia do Amigo, são meus queridos companheiros. Amigos, colegas, tanto faz. Aqueles que de alguma forma compartilham uma fatia da minha vida, intimos ou não. Os de chop, bola oval e faculdade. Todos eles que vulgarmente chamamos de amigos. E no fundo o são.
Queridos, obrigada por alegrarem meus dias e não se importarem com as mimimizisses dessa que vos fala. Sou imensamente mais feliz por ter vocês em minha vida.
Eu sei que tenho amigos poucos. Tão poucos que posso contar em uma mão. Alguns pensam que o são, mas são apenas queridos. Outros nem imaginam a importância que têm pra mim. Mas o que interessa aqui, hoje, no dia do Amigo, são meus queridos companheiros. Amigos, colegas, tanto faz. Aqueles que de alguma forma compartilham uma fatia da minha vida, intimos ou não. Os de chop, bola oval e faculdade. Todos eles que vulgarmente chamamos de amigos. E no fundo o são.
Queridos, obrigada por alegrarem meus dias e não se importarem com as mimimizisses dessa que vos fala. Sou imensamente mais feliz por ter vocês em minha vida.
You understand the power of a song when a shiver runs up through your spine, your eyes just see the blur of your tears and you can't sing the lyrics. Thank you, Shania Twain.
(I do swear that I'll always be there. I'd give anything
and everything and I will always care. Through weakness
and strength, happiness and sorrow, for better, for worse,
I will love you with every beat of my heart.)
From this moment life has begun
From this moment you are the one
Right beside you is where I belong
From this moment on
From this moment I have been blessed
I live only for your happiness
And for your love I'd give my last breath
From this moment on
I give my hand to you with all my heart
Can't wait to live my life with you, can't wait to start
You and I will never be apart
My dreams came true because of you
From this moment as long as I live
I will love you, I promise you this
There is nothing I wouldn't give
From this moment on
You're the reason I believe in love
And you're the answer to my prayers from up above
All we need is just the two of us
My dreams came true because of you
From this moment as long as I live
I will love you, I promise you this
There is nothing I wouldn't give
From this moment
I will love you as long as I live
From this moment on
and everything and I will always care. Through weakness
and strength, happiness and sorrow, for better, for worse,
I will love you with every beat of my heart.)
From this moment life has begun
From this moment you are the one
Right beside you is where I belong
From this moment on
From this moment I have been blessed
I live only for your happiness
And for your love I'd give my last breath
From this moment on
I give my hand to you with all my heart
Can't wait to live my life with you, can't wait to start
You and I will never be apart
My dreams came true because of you
From this moment as long as I live
I will love you, I promise you this
There is nothing I wouldn't give
From this moment on
You're the reason I believe in love
And you're the answer to my prayers from up above
All we need is just the two of us
My dreams came true because of you
From this moment as long as I live
I will love you, I promise you this
There is nothing I wouldn't give
From this moment
I will love you as long as I live
From this moment on
July 6th, 2008
Eu perdi meu dom com as palavras. Elas, que costumavam me acompanhar onde quer que eu fosse, pro bem, pro mal. Mal dizer ou bem dizer coisas, pessoas, a vida, o mundo. Hoje elas me fogem, me fodem. Engasgam, entalam, não saem. São abelhas em meus ouvidos, sons sem distinção, barulho. Cheiros confusos, sensações anestesiantes. São palavras. Que se misturam e se confundem comigo, meu suor, meu gozo, meu ódio. Estão aqui, agora, mas não saem. Não querem, me doem, cortam, perfuram. Mimadas, têm vontade própria, independentes, sem porquê. Será que fui eu? Que dei liberdade demais, deixando-as falar quando quisessem? Se quisessem? Sinto os cortes, as lâminas me dilacerando com Chico ao fundo, ilustrando a morbidez da minha causa. "Morreu sufocada porque queria ser poeta", diria quem? Drummond? Morto. Que diferença faz? Em rebelião contra mim, elas se juntam em montes brancos cor de leite e vêm até a garganta, me provocar. "Não vai falar!", gritam elas, segurando faixas, e eu apenas obedeço. Apenas sinto, amargamente, tudo. Cada significado e significante ausentes. Cada letra e sua verdade revelada a mim, por dentro. O que elas querem provar, afinal? As pernas já se foram, moles, inertes. Me restam as mãos com quais escrevo, os olhos que me deixam ler, corrigindo os erros no caminhos. A voz sumiu, aos poucos, sem uso. Afinal, falar o que? Sem palavras? Aprendi mimica e usei por uns tempos, mas o repertório era limitado demais, abandonei. Tentei a música, mas deixei de entendê-la quando as abelhas voltaram junto com o gozo e os cortes. Hoje tenho uma página em branco, uma caneta quase sem tinta e minha mão. O movimento ainda lembro. Assino meu nome em cada página que não escrevo. Apredi, no silêncio inexorável da minha ausência de racionalidade, que a minha falta do que dizer, de como dizer, fala mais de mim do que eu jamais quis. Acho que vou lançar um livro, uma autobiografia. O título? Uma vida sem palavras. Assinado, por mim, em todos as paginas. Em branco.
June 30th, 2008
"E se realmente gostarem? Se o toque do outro de repente for bom? Bom, a palavra é essa. Se o outro for bom para você. Se te der vontade de viver. Se o cheiro do suor do outro também for bom. Se todos os cheiros do corpo do outro forem bons. O pé, no fim do dia. A boca, de manhã cedo. Bons, normais, comuns. Coisa de gente. Cheiros íntimos, secretos. Ninguém mais saberia deles se não enfiasse o nariz lá dentro, a língua lá dentro, bem dentro, no fundo das carnes, no meio dos cheiros. E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor? Quando você chega no mais íntimo, No tão íntimo, mas tão íntimo que de repente a palavra nojo não tem mais sentido. Você também tem cheiros. As pessoas têm cheiros, é natural. Os animais cheiram uns aos outros. No rabo. O que é que você queria? Rendas brancas imaculadas? Será que amor não começa quando nojo, higiene ou qualquer outra dessas palavrinhas, desculpe, você vai rir, qualquer uma dessas palavrinhas burguesas e cristãs não tiver mais nenhum sentido?
Se tudo isso, se tocar no outro, se não só tolerar e aceitar a merda do outro, mas não dar importância a ela ou até gostar, porque de repente você até pode gostar, sem que isso seja necessariamente uma perversão, se tudo isso for o que chamam de amor. Amor no sentido de intimidade, de conhecimento muito, muito fundo. Da pobreza e também da nobreza do corpo do outro. Do teu próprio corpo que é igual, talvez tragicamente igual. O amor só acontece quando uma pessoa aceita que também é bicho. Se amor for a coragem de ser bicho. Se amor for a coragem da própria merda. E depois, um instante mais tarde, isso nem sequer será coragem nenhuma, porque deixou de ter importância. O que vale é ter conhecido o corpo de outra pessoa tão intimamente como você só conhece o seu próprio corpo. Porque então você se ama também."
Caio Fernando Abreu
Se tudo isso, se tocar no outro, se não só tolerar e aceitar a merda do outro, mas não dar importância a ela ou até gostar, porque de repente você até pode gostar, sem que isso seja necessariamente uma perversão, se tudo isso for o que chamam de amor. Amor no sentido de intimidade, de conhecimento muito, muito fundo. Da pobreza e também da nobreza do corpo do outro. Do teu próprio corpo que é igual, talvez tragicamente igual. O amor só acontece quando uma pessoa aceita que também é bicho. Se amor for a coragem de ser bicho. Se amor for a coragem da própria merda. E depois, um instante mais tarde, isso nem sequer será coragem nenhuma, porque deixou de ter importância. O que vale é ter conhecido o corpo de outra pessoa tão intimamente como você só conhece o seu próprio corpo. Porque então você se ama também."
Caio Fernando Abreu
June 25th, 2008

...Everything shuts down.
June 23rd, 2008
When the daylight's gone
And you're on your own
And you need a friend
Just to be around
I will comfort you
I will take your hand
And I'll pull you through
I will understand
And you know that…
I'll be at your side
There's no need to worry
Together we'll survive
Through the haste and hurry
I'll be at your side
When you feel like you'realone
Or you've nowhere to turn
I'll be at your side
If life's standing still
And your soul's confused
And you cannot find
What road to choose
If you make mistakes (make mistakes)
You won't let me down (let me down)
I will still believe (still believe)
I won't turn around
And you know that…
I'll be at your side
There's no need to worry
Together we'll survive
Through the haste and hurry
I'll be at your side
If you feel like you're alone (feel like you...)
And you've nowhere to turn
And you're on your own
And you need a friend
Just to be around
I will comfort you
I will take your hand
And I'll pull you through
I will understand
And you know that…
I'll be at your side
There's no need to worry
Together we'll survive
Through the haste and hurry
I'll be at your side
When you feel like you're
Or you've nowhere to turn
I'll be at your side
If life's standing still
And your soul's confused
And you cannot find
What road to choose
If you make mistakes (make mistakes)
You won't let me down (let me down)
I will still believe (still believe)
I won't turn around
And you know that…
I'll be at your side
There's no need to worry
Together we'll survive
Through the haste and hurry
I'll be at your side
If you feel like you're alone (feel like you...)
And you've nowhere to turn
June 13th, 2008
Estou aqui ouvindo essa música do titulo, que eu não faço a mínima idéia do que a letra quer dizer (nem prestando atenção seu estou) e, derepente, me bateu uma vontade de vir aqui e escrever. Então eu me perguntei: mas escrever o quê?
Pra um bom começo, acho que basta dizer que eu estou muito triste. O fim do período está próximo (daqui a duas semanas) e eu estou enrabada de trabalhos pra fazer e provas pra estudar. Mas isso não é motivo pra ficar triste, certo? Não seria, realmente, se eu não estivesse esfolando meu c* no asfalto quente porque os meus queridos amigos cagaram para suas responsabilidades desde o início do período e aí tudo acabou caindo de presente no meu colo. Eu estou triste não porque eu tenho trezentosecinquentaedezmil trabalhos pra fazer, coisas pra ler. Isso não seria um problema se eu tivesse feito essa escolha. Eu estou triste poque eu vejo que as pessoas que eu prezo, que eu cuido, com as quais eu me importo não se importam comigo. Se eles se importassem, eles pensariam que não fazer o 'trabalhinho' implica na MINHA nota, no MEU CR, não só no deles. Se eles se importassem, prezassem por mim, eles fariam seus 'trabalhinhos' pra eu não ter que perder noites de sono, dias com meu namorado pra poder fazer o 'trabalhinho' DELES!
No semestre que vem, amiguinhos, eu não me importarei com vocês. Eu vou fazer tooooodos os trabalho com Sábata. E só nós duas, porque só assim não levamos ninguém nas costas. E, talvez, só assim vocês entendam que faculdade não é escola e que as responsabilidades têm que ser levadas a sério. É uma pena que demore tanto pra vocês entenderem isso. Mas senão tem uma forma mais fácil, vai ser assim.
Um beijo e um braço. Semestre que vem, tchauzinho.
Pra um bom começo, acho que basta dizer que eu estou muito triste. O fim do período está próximo (daqui a duas semanas) e eu estou enrabada de trabalhos pra fazer e provas pra estudar. Mas isso não é motivo pra ficar triste, certo? Não seria, realmente, se eu não estivesse esfolando meu c* no asfalto quente porque os meus queridos amigos cagaram para suas responsabilidades desde o início do período e aí tudo acabou caindo de presente no meu colo. Eu estou triste não porque eu tenho trezentosecinquentaedezmil trabalhos pra fazer, coisas pra ler. Isso não seria um problema se eu tivesse feito essa escolha. Eu estou triste poque eu vejo que as pessoas que eu prezo, que eu cuido, com as quais eu me importo não se importam comigo. Se eles se importassem, eles pensariam que não fazer o 'trabalhinho' implica na MINHA nota, no MEU CR, não só no deles. Se eles se importassem, prezassem por mim, eles fariam seus 'trabalhinhos' pra eu não ter que perder noites de sono, dias com meu namorado pra poder fazer o 'trabalhinho' DELES!
No semestre que vem, amiguinhos, eu não me importarei com vocês. Eu vou fazer tooooodos os trabalho com Sábata. E só nós duas, porque só assim não levamos ninguém nas costas. E, talvez, só assim vocês entendam que faculdade não é escola e que as responsabilidades têm que ser levadas a sério. É uma pena que demore tanto pra vocês entenderem isso. Mas senão tem uma forma mais fácil, vai ser assim.
Um beijo e um braço. Semestre que vem, tchauzinho.
June 3rd, 2008
Esse dias, em um momento de pânico e desespero, me deparando de frente com os meus problemas, eu tive uma revelação. Uma música de suspense tocou no fundo, minhas pupilas de dilataram e com uma cara discreta de surpresa eu percebi duas coisas: 1) eu tive um awareness; e 2) eu tenho fixação na fase anal psicanalítica. Óbviamente a minha segunda conclusão tem 99.99% de chance de estar errada, afinal, eu não sou psicanalista, mas o awareness eu tive =)
Pensando de novo na fixação, eu reparei que, em muitos momentos da minha vida, eu tive problemas em "let it go". Por muitas vezes eu me deparei com o fim da linha, com a impossibilidade de contnuar com algo, com a necessidade de "desistir", mas eu não pude. A corda presa nos meus calcanhares me puxou de volta todas as vezes que eu estava a um passo do prepicipício e a única sensação que eu tive foi a de um salto de bungee jump, vendo o chão de perto e novamente de longe, over and over and over again.
Eu estou pulando de bungee jump agora. Duas vezes, ao mesmo tempo. E eu não consigo me soltar da corda. Não confio no colchão que vai me amparar e tenho medo da queda. I can't let it go. To walk away I have no capacity. Diferentemente da Meredith Grey, eu não sou uma suicida. Eu não desisto das coisas antes que elas desistam de mim. Eu levo até as últimas consequências, até não ter saída, até o elástico desgastar e não me puxar de volta. Eu espero a queda fulminante, a morte lenta e dolorosa.
Seria eu uma masoquista?
Pensando de novo na fixação, eu reparei que, em muitos momentos da minha vida, eu tive problemas em "let it go". Por muitas vezes eu me deparei com o fim da linha, com a impossibilidade de contnuar com algo, com a necessidade de "desistir", mas eu não pude. A corda presa nos meus calcanhares me puxou de volta todas as vezes que eu estava a um passo do prepicipício e a única sensação que eu tive foi a de um salto de bungee jump, vendo o chão de perto e novamente de longe, over and over and over again.
Eu estou pulando de bungee jump agora. Duas vezes, ao mesmo tempo. E eu não consigo me soltar da corda. Não confio no colchão que vai me amparar e tenho medo da queda. I can't let it go. To walk away I have no capacity. Diferentemente da Meredith Grey, eu não sou uma suicida. Eu não desisto das coisas antes que elas desistam de mim. Eu levo até as últimas consequências, até não ter saída, até o elástico desgastar e não me puxar de volta. Eu espero a queda fulminante, a morte lenta e dolorosa.
Seria eu uma masoquista?
